Talvez, ao ver um domínio com um valor mais alto, a primeira reação seja pensar: “isso está caro”. Eu entendo. Durante muito tempo, a ideia de domínio foi associada apenas ao custo do registro, como se os preços finais tivessem que refletir apenas aqueles preços pagos aos registradores. Mas domínio não é tarifa. É ativo.
O que eu faço aqui não é diferente do que acontece em outros mercados maduros: intermediação intelectual. Eu dedico tempo, estudo linguagem, observo padrões de mercado, avalio força semântica, clareza, memorabilidade e potencial de uso real. A maior parte dos domínios existe como ruído. Alguns poucos têm significado, utilidade e apelo. Meu trabalho é identificar esses domínios antes.
O valor de um domínio não nasce do preço que eu paguei por ele. Nasce do valor percebido por quem vai usá-lo. Para uma empresa, um projeto ou uma marca, um nome certo economiza anos de esforço em comunicação, marketing e posicionamento. Ele não é um detalhe técnico: é a porta de entrada.
Tudo isso acontece dentro das regras formais do sistema. Eu opero sob as normas do Registro.br e da GoDaddy. A posse é legítima, a transferência é transparente e o processo é claro. Não há atalhos, artifícios ou distorções. O próprio sistema existe para garantir previsibilidade, segurança jurídica e estabilidade, inclusive para quem compra e vende.
Não estou inflando artificialmente nada. Não crio escassez falsa, não vendo promessas vazias e não chamo qualquer nome de premium. Cada domínio aqui tem um racional claro por trás. Alguns têm mais valor, outros menos, e muitos nunca serão vendidos. Isso faz parte do jogo real, não de uma bolha.
Se o preço parece alto, talvez seja porque o domínio já resolveu um problema que ainda nem começou para você. Nesse caso, o custo não está no valor que eu peço, mas no valor que ele pode gerar quando colocado em uso.
Aqui há apenas transparência: domínios não são commodities neutras. São linguagem, posição e infraestrutura digital. E isso, quando bem escolhido, tem valor.